O Anti-Tuga

Portugal morreu. Bem-vindos à Tugolândia.

Quer chatear-me? É pr'aqui

Domingo, Outubro 30, 2005

Estórias da vida real

Uma amiga minha relatou-me, por meio de um riso incrédulo, a sua peripécia numa esquadra lisboeta, à qual teve que se deslocar para dar participação de um assalto (ao seu carro, tendo-lhe sido levado dinheiro e um computador portátil).

Ora conta ela que teve de "apodrecer" na esquadra umas boas 4 horas até poder finalmente fazer uma coisa tão elementar como deixar os seus dados pessoais e indicar os objectos furtados. Entretanto, e como se isto não fosse tudo, pôde assistir a esta cena explêndida por parte daqueles polícias tugas: a esquadra recebeu uma chamada de uma senhora que estava a ser vítima de agressão naquele preciso momento. Ora este tuga não faz mais nada: diz à senhora para aguardar com a maior das calmas (quem sabe, deixando-a a ouvir a musiquinha de elevador enquanto continuava a levar do agressor), vai buscar um calhamaço de legislação, folheia-o e põe-se a mandar bitaites para o ar com os colegas sobre a natureza do crime que se lhe apresentava naquele telefonema.

Vergonha de país, este.